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As dez regras para a felicidade plena das mulheres

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Antes que o leitor faça qualquer especulação a meu respeito, quero primeiro frisar que respeito muito os profissionais da área da psicologia, psiquiatria e medicinas alternativas. Mas sou totalmente contra o sofrer por antecipação, desistir sem tentar, não procurar outras soluções, pensamentos negativos e atitudes auto-destrutivas.

Eu sei o que é viver no abismo, sei o que é adormecer e não desejar acordar no dia a seguir, sei o que é querer muito um colo e não ter. Sei o que é passar fome de comida e amor. Sei que a culpa transforma as pessoas, sei que a falta de esperança amargura o coração, sei que sofrer por uma decepção de amor nos martiriza, sei o que é querer parar de chorar e simplesmente não conseguir…mas também sei como dar a volta a tudo isso, por isso resolvi escrever o que considero ser…

As dez regras para uma mulher se sentir plenamente feliz:

  1. Ter a perfeita da noção que a felicidade plena não existe. O que existe é momentos de felicidade.
  2. Gostar de nós próprias e aceitar como somos. Aceitarmos o nosso corpo e a nossa forma de ser, com todos os defeitos e qualidades é a coisa mais sensata que podemos fazer por nós próprios. Só assim teremos consciência de aceitarmos os outros sem os querer mudar. E temos sempre a opção de mudar se o desejarmos, basta termos uma grande força de vontade.
  3. Ter um excelente companheiro. Termos um companheiro que nos ame e o demonstre representa cinquenta por cento no que uma mulher necessita. Não acreditem quando uma mulher solteira afirma que é feliz, nós somos carentes por natureza, precisamos desesperadamente que alguém nos aqueça os pés à noite todos os dias.
  4. Muito sexo, no mínimo quatro vezes por semana,  mas sobretudo sexo com qualidade, que nos faça suar, vibrar e implorar por mais.
  5. Obrigatório ter um vibrador, não interessa a cor, tamanho ou forma, até pode ser no porta-chaves. Um orgasmo a solo faz bem ao ego e à pele.
  6. Ter um caso de vez em quando com um amigo colorido ou um tipo qualquer que caia do céu.
  7. Praticar exercício físico é indispensável para a nossa saúde física e mental. Ficar no sofá a ver novelas nem pensar, o nosso corpo tem de trabalhar para que a parte mental e hormonal funcionem na perfeição.
  8. Não sentir culpa nem pensar no passado. Fomos educadas para sentirmos culpa por tudo e por nada, mas temos de desmistificar a cultura e educação impostas às mulheres, somos humanas e erramos, erramos muito se querem saber, mas também amamos como ninguém.
  9. Fazer o que realmente gostamos. Trabalho, part-time, tempos livres, passatempo. Quando se faz o que se gosta de verdade, nem que seja umas horas por dia ou semana, existe uma realização e gratificação pessoal enormes.
  10. Desfrutar ao máximo de cada momento sem pensar no próximo. As mulheres tem o terrível defeito de pensarem em tudo e de ajudar todos, de não faltar com nada a ninguém, de dar satisfações, de querer agradar a gregos e a troianos, pois…isso é possível mas ficamos loucas! A roupa para lavar pode esperar, a casa não caí abaixo se estiver suja, as camas por fazer não vão causar estragos. Dois quilos a mais? Isso não é nada, as calças favoritas não servem? Corta-se nos hidratos, umas aulas de zumba e resolve-se o problema. Discutiram com o namorado? Comprem uma lingerie e façam uma surpresa. As amigas fugiram? Esqueçam, mais vale poucas mas boas. Aproveitem…aproveitem cada minuto das vossas vidas!

 “Somos o que fazemos, sobretudo o que fazemos para modificar o que somos”

Eduardo Galeano

Bem…esqueçam o ponto 6, foi só uma piada para a crónica não ficar tão dramática…

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