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Toda a verdade sobre o Islamismo!

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Ora viva!
Esta semana irei falar sobre um assunto que me tem vindo a intrigar há já vários anos: «Afinal de contas como é que funciona esta história do Islamismo?!»

Alguém me sabe dizer, onde é que ‘Allah’ vai arranjar tantas virgens?! É certo e sabido que cada islâmico, morto em combate, tem direito a 72 virgens. Então, se assim é, não era suposto um dia deixarem de existir virgens? Será que o Deus Islâmico tem uma máquina de fazer virgens no Paraíso? Ou será que as mulheres ficam virgens, novamente, quando passam as portas do Céu?!

É porque hoje em dia uma pessoa conseguir encontrar uma mulher virgem é cada vez mais raro. Eu acredito piamente que raparigas virgens, nos dias que correm, só se encontram na escola primária. E… E… Como é que esta gente ainda acredita nesta história das virgens?! Ou será que Allah manda vir as virgens de algum lado? E se sim, de onde?! Será que vêm da China?!

Quer dizer… Agora que penso nisso faz todo o sentido que assim seja… A política do filho único, implementada na china no final da década de 70, deve ter sido criada mesmo por causa disso. Ora vejamos: as chinesas como só podiam ter uma criança, quando sabiam que estavam grávidas de uma miúda, ou abortavam, ou então livravam-se delas assim que nasciam. Allah aparecia, assim de mansinho, e arrebatava-lhes as cachopas todas para os seus guerrilheiros! Está tudo explicado.

Outra questão que me atormenta é o facto de um homem morto em combate, por uma mulher, não ter direito a entrar no Paraíso. Então mas isto é assim?! Pobre homem… Leva a vida inteira a matar infiéis e depois, quando finalmente está pronto para encontrar o Criador, aparece uma mulher dá-lhe um tiro e desgraça o futuro dele. Não se faz… Isto é pior do que o Passos Coelho está a fazer cá em Portugal. Ora então um tipo leva a vida inteira a trabalhar para a reforma (que é como que diz, à espera das 72 virgens) e só porque foi uma mulher que o matou não recebe nada?! Ainda dizem que os nossos governantes são injustos. Já estou a imaginar o pobre coitado:

– “Salaam Aleikum Profeta! Eu sou Mohamed, servi Allah a vida toda, matei mais de 1000 infiéis, até que finalmente morri para estar junto dele! Onde estão as minhas virgens?!”
– “Ah, pois… É que temos aqui um probleminha. Pelo que diz aqui nos papéis tu foste morto por uma mulher. Não vai dar… Afinal de contas não tens direito a virgem nenhuma! Agora escolhe, queres ir para o inferno, ou ali fazer companhia ao Abdul?” Pobres coitados, triste sina, a deles…

E já que estamos numa de falar sobre Paraíso Islâmico, deixe-me que lhe faça uma pergunta. “Alguma vez se deu ao trabalho de saber o que é que o Alcorão diz sobre o Paraíso? Não?! Então preste lá bem atenção no que lhe vou contar.”
Segundo o Profeta Maomé, no Paraíso existem 72 houris (virgens destinadas a satisfazer os prazeres carnais dos homens mortos em combate), inúmeras jóias, criados jovens e bem cheirosos, vinho em abundância (o que é um contra-senso, uma vez que o Islão proíbe consumir bebidas alcoólicas em vida), todo o tipo de frutas, rios de leite, rios de mel, rios de água (o que para aqueles lados é tão raro e valioso como rios de ouro), e forrobodó do bom! (Ok, confesso que a parte do forrobodó inventei eu. Mas com todas essas coisas boas é de se esperar que aconteça forrobodó do bom, não é verdade?!)

Assim sendo questiono-me: “De acordo com esta descrição será que isto é mesmo o Paraíso?! Não estaremos por ventura a descrever o Inferno (pelo menos segundo o que a Igreja Católica ensina)? É porque, assim de repente, gajas, álcool e forrobodó do bom parece-me coisa do ‘Demo’ e não de Deus!

Pense nisso, amigo leitor. Que estas minhas palavras sirvam para o ajudar a decidir se quer passar toda a sua eternidade no meio de um gigantesco «Gang Bang», ou junto de uma série de anjinhos, assexuados, a tocar cítara de um lado para outro e sem nada de jeito que se beba…

(NOTA: O escritor deste artigo não se responsabiliza caso o seu marido, irmão ou filho decida ingressar o Estado Islâmico.)

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