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The Beatles

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Os Beatles “nasceram” em Liverpool, Inglaterra em 1960.

De facto todos os membros da banda nasceram em Liverpool, Inglaterra.

Os membros da banda eram, o John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e o Ringo Star.

Eram uma banda que inovou a música e tocavam vários géneros de música como, pop rock, ballads, psychadelic, hard rock.

O grupo começou por tocar em bares em Liverpool e foi crescendo com a ajuda do seu Manager Brian Epstein e Produtor George Martin, que os ajudaram a tornarem-se profissionais.

Em ’64 os Beatles tornaram-se numa banda internacionalmente conhecida.

A banda evoluiu ao longo do tempo começando a escrever músicas que se podiam associar às ideias das revoluções socioculturais da altura (começo de anos ’70) e era considerada uma banda inovadora dentro do meio musical.

Fizeram também filmes de foro humorístico, irónico e apelavam ao ridículo. Faziam lembrar os filmes cómicos dos irmãos Marx.

Os filmes inovadores e psicadélicos dos Beatles, como o Yellow Submarine (’66) e o filme surrealista passado na televisão The Magical Mystery Tour (’67).

Os Beatles acabam por se separar nos anos ’70.

Todos os membros vivos continuam activos no ramo da música, Paul McCartney e Ringo Star.

John Lennon foi morto a tiro em Dezembro de 1980 e George Harrison morreu de cancro em Novembro de 2001.

Feita esta quase breve introdução sobre a minha banda preferida, vou voltar-me para mim.

Não me lembro que idade tinha, mas tenho uma memória auditiva de quando era eu muuuuuito nova, um dia, acho que foi em casa, se calhar ainda viviamos em Sintra (quer dizer que tinha 3 ou 4 anos), os meus pais estavam a ouvir a música dos Beatles: Love Me Do.

Passado alguns anos lembro-me que ouvíamos muitas vezes John Lennon, e lembro-me principalmente da música “Imagine” porque me lembro de gozar quando ele dizia “Imagine all the people” e eu, muito pequena e brincalhona, repetia “the pipoliiii”. Esta minha graça ficou para a história.

Ainda hoje quando ouço esta música com a minha mãe ela faz o mesmo que eu fazia.

Estas recordações da minha infância com os Beatles, são aquelas que me fazem sorrir e ainda hoje não me lembro de uma única vez em que não sorrio enquanto ouço Beatles, ou uma única vez em que não dance, como neste preciso momento enquanto escrevo.

Os Beatles eram uma banda inovadora, na época foram dos poucos que tiveram (peço desculpa o meu vernáculo) tomates para compor sobre paz e problemas sociais. Sim, também foram inovadores dentro do género musical, claro. Dentro do surrealismo só me estou a lembrar dos The Doors mas eles mantinham sempre o mesmo registo e sinceramente, também os acho uma “dádiva de deus”, mas na minha opinião acho que não saíram da sua zona de conforto.

Os Beatles compunham baladas, pop rock, hard rock, e também se atreviam a fazer incursões no surrealismo, através dos seus filmes e da sua música. George Harrison até lhes deu um toque mais oriental a certo ponto!

A verdade é, quando começaram eles de música pouco sabiam, foi o seu produtor que lhes ensinou tudo o que eles aplicaram depois (estou a falar em termos meramente técnicos), foi depois disso que eles começaram a incluir orquestras em variadíssimas músicas. Se forem ouvir as primeiras músicas deles, perceberão que são muito básicas. Mas ouçam mesmo, vão lá ouvir o disco Hard Day’s Night. Agora vão ouvir… por exemplo o disco Sgt Pepper’s Lonely Heart Club Band.

No último ouvem-se orquestras, tem um toque de surrealismo assim como Lucy In The Sky with Diamonds (um bocado óbvio que seja surrealista, não?), mas ao longo do disco eles oferecem-nos vários géneros musicais, logo a primeira é rock, a segunda é pop rock e acho que lhe posso chamar balada.

O Hard Day’s Night é basicamente rock e baladas, é usada a guitarra, uma harmónica, precursão simples, mudam de guitarra acústica para eléctrica (por vezes), o baixo também a coisa mais básica. Eu gosto! Mas adoro a sua evolução.

Se há banda que soube envelhecer, foram os Beatles, sem sombra de dúvida e uma banda envelhecer bem… amigos, é uma coisa de um universo paralelo.

Sim, sinto um fascínio por eles mas não sou uma Beatlemaniac.

É uma banda que ainda refere problemas socias que se mantêm actuais e tem tanto para nos dar.

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