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It’s time to face the music

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Esta semana não vou falar de política. Acho que, por muito importante que seja, já estamos todos um pouco saturados.

Hoje, sábado 31 de Outubro, foi a primeira semana dos directos do X Factor 2015 no Reino Unido. Edição marcada por algumas alterações.
Desde logo, o apresentador habitual Dermot O’Leary não está presente e o programa é agora apresentado pela dupla Olly Murs (ele próprio um concorrente do programa em 2009, que viu a sua carreira musical disparar depois de um segundo lugar nesse ano) e Caroline Flack, que já tinham apresentado o spin-off Xtra Factor em 2011 e 2012. O Xtra Factor é agora apresentado por Rochelle Humes (que é uma das 5 cantoras da girlsband britânica Saturdays) e Melvin Odoom (comediante e apresentador de TV e rádio).
Depois, Simon Cowell (produtor, mentor dos maiores de 25 anos) e Cheryl (cantora, mentora dos grupos) continuam no painel de jurados, mas Mel B e Louis Walsh deram lugar a Rita Ora (cantora, mentora das raparigas com menos de 25 anos) e Nick Grimshaw (animador de rádio, mentor dos rapazes com menos de 25 anos).
Outra inovação foi que, na fase “Judges Houses” (a saber, primeiro há as audições para membros da produção, que não são exibidas, depois as audições para o painel de jurados, depois o bootcamp, com 3 fases – a última chama-se o jogo das 6 cadeiras -, e então esta fase, em pontos remotos – França, Itália, USA, etc – escolhidos por cada jurado), depois de cada concorrente ter actuado para o mentor da sua categoria, a decisão de quem passaria à fase dos directos semanais iria ser comunicada em directo. E foi, na semana passada. Foi um pouco estranho, para quem está habituado a ver o programa. Mas pode ser uma questão de hábito.

Fiquei descontente com o facto de a portuguesa Sara Paço (que provocou o riso geral com a sua música “My boss is a dick head” nas audições), que passou à 2ª fase/dia do bootcamp, não ter passado ao jogo das 6 cadeiras e a produção não ter mostrado nenhuma das suas actuações.
Quem também não ficou muito contente foi o concorrente Mason Noise que, chegado ao jogo das 6 cadeiras decidiu, depois de actuar, criticar abertamente a produção do programa, por ter mostrado apenas 47 segundos da sua audição, enquanto outras pessoas tiveram muito mais tempo. A discussão acabou com Mason a recusar pedir desculpa aos produtores e Simon Cowell a expulsá-lo do palco, que o concorrente abandonou depois de deixar cair propositadamente o microfone. Mas um dos seis escolhidos de Nick Grimshaw decidiu abandonar o programa por questões pessoais e o mentor decidiu chamar precisamente Mason Noise. O publico vaiou muito esta escolha no directo onde foram revelados os 12 finalistas que iam para os directos semanais, especialmente porque Mason foi um deles. Quer-me parecer que, com tanta contestação, é um dos candidatos a sair na primeira semana.
Outra questão que provocou controvérsia foi uma ex concorrente, largamente elogiada por todos, mas que Rita Ora decidiu não levar nos seus três finalistas para os directos semanais. Mas acabaram por resolver isso e chamar Monica Michael para essa fase, usando a figura do wildcard, uma espécie de joker que lhes permitiu, segundo eles por unanimidade, escolher levá-la para a fase final. E assim actuaram 13 actos na primeira semana.

It’s time to face the music. É o lema (por assim dizer) do programa. Todas as semanas, sábados e domingos, no canal britânico ITV, até à final, na última semana de Dezembro.

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